Projetos educativos

Para grupos e escolas

Projetos educativos

O Monumento Nacional Ruínas Engenho São Jorge dos Erasmos encontra-se aberto, com projetos especiais voltados a públicos distintos, a partir de um plano estratégico – a Plataforma Sophia, que propõe abordagens interdisciplinares, congregando distintas áreas do conhecimento.

O setor educativo do Monumento Nacional RESJE desenvolve, concomitantemente, vários programas educacionais, tais como: “Projeto VouVolto” e “Biodiversidade: a escola e seu entorno”, ambos para o ensino fundamental (em atividade); “Território e Transformações”, “Museu do Morador da Zona Noroeste” e “I-Papo (Integração e Práticas Aproximativas do Patrimônio)” (em fase de aprimoramento), além de projetos recentemente implantados, como: “Se Essa Rua Fosse Minha – adequação da Rua Alan Cíber Pinto” e “Conheça Santos: Zona Noroeste”, este último, em parceria com a Secretaria de Turismo de Santos.

Conheça aqui alguns dos principais projetos para grupos e escolas:

 

Projeto Educacional VouVolto para o Ensino Fundamental

O Projeto VouVolto, destinado ao público escolar do ensino básico e fundamental, consiste em visitas dialogadas com roteiros sócio-histórico e ambiental. Em uma primeira etapa, o corpo docente da escola visita o local e protagoniza o planejamento da visita ou estudo do meio. Na etapa seguinte, os alunos vêm com sua escola e, posteriormente, são convidados a voltar ao local durante os finais de semana e as férias, acompanhados de seus pais, amigos e convidados.

 

Projeto Biodiversidade: a escola e seu Entorno

O projeto “Biodiversidade: a escola e seu Entorno” oferece oficinas didáticas para alunos do Ensino Fundamental e Médio. Educadores do sítio arqueológico e professores trabalham em conjunto para desenvolver atividades concatenadas com a Proposta Curricular do Estado de São Paulo, objetivando sensibilização para o entorno da escola e intervenção nessa realidade, através do plantio de espécies nativas da região.
Durante as oficinas, os estudantes utilizam o Guia do Aluno (“diário de bordo”), documentos históricos, obras de arte e a ludicidade da prática de plantio de sementes de espécies nativas da mata atlântica, a favor da sensibilização para estratégias de conservação da biodiversidade urbana, propondo intervenções junto aos problemas que afetam o ambiente do próprio entorno da escola. O projeto surgiu, portanto, do esforço para unir o conhecimento à realidade que cerca o aluno, contextualizando regional e globalmente tal conhecimento, conforme sugere o Currículo do Estado de São Paulo para a área de Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
Atendendo tais orientações, as oficinas realizadas no Monumento Nacional oferecem a possibilidade do aluno observar o entorno da sua escola e intervir nesta realidade através do plantio de espécies nativas da região. Conhecer o bioma, olhar ao redor, reconhecer as espécies e os benefícios ambientais que acumulam, aprender a lidar com suas sementes, plantar e acompanhar o desenvolvimento da muda, escolhendo seu destino final, costuma ser encantador para as crianças. Embutidos no processo, são oferecidos conhecimentos acerca de ecologia, ciclos da vida e reprodução dos vegetais, previstos nos respectivos currículos, porém em diálogo com implicações socioambientais importantes para estes alunos: história ambiental, participação cidadã, identidades, memória.